Yemanjá

Deusa da nação de Egbé, nação esta Iorubá onde existe o rio Yemojá (Yemanjá). No Brasil, rainha das águas e mares. Orixá muito respeitada e cultuada é tida como mãe de quase todos os Orixás Iorubanos, enquanto a maternidade dos Orixás Daomeanos é atribuída a Nanã. Por isso à ela também pertence a fecundidade. É protectora dos pescadores e jangadeiros. Continue reading “Yemanjá”

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Iansã

Iansã é um Orixá feminino muito famoso no Brasil, sendo figura das mais populares entre os mitos da Umbanda e do Candomblé em nossa terra e também na África, onde é predominantemente cultuada sob o nome de Oiá. É um dos Orixás do Candomblé que mais penetrou no sincretismo da Umbanda, talvez por ser o único que se relaciona, na liturgia mais tradicional africana, com os espíritos dos mortos (Eguns), que têm participação ativa na Umbanda, enquanto são afastados e pouco cultuados no Candomblé. Em termos de sincretismo, costuma ser associada à figura católica de Santa Bárbara. Iansã costuma ser saudada após os trovões, não pelo raio em si (propriedade de Xangô ao qual ela costuma ter acesso), mas principalmente porque Iansã é uma das mais apaixonadas amantes de Xangô, e o senhor da justiça não atingiria quem se lembrasse do nome da amada. Ao mesmo tempo, ela é a senhora do vento e, consequentemente, da tempestade.
Nas cerimônias da Umbanda e do Candomblé, Iansã, ela surge quando incorporada a seus filhos, como autêntica guerreira, brandindo sua espada, e ao mesmo tempo feliz. Ela sabe amar, e gosta de mostrar seu amor e sua alegria contagiantes da mesma forma desmedida com que exterioriza sua cólera. Continue reading “Iansã”

Ewá

Também conhecida como Ìyá Wa. Assim como Yemanjá e Oxum, também é uma divindade feminina das águas e, às vezes, associada à fecundidade. É reverenciada como a dona do mundo e dona dos horizontes. Em algumas lendas aparece como a esposa de Oxumaré e pertencendo a ela a faixa branca do arco íris, em outras como esposa de Obaluaiê ou Omulu.
Ewá é a divindade do rio Yewa. Na Bahia é cultuada somente em três casas antigas, devido à complexidade de seu ritual. As gerações mais novas não captaram conhecimentos necessários para a realização do seu ritual, daí se ver, constantemente, alguém dizer que fez uma obrigação para Ewá, quando na realidade o que foi feito é o que se faz normalmente para Oxum ou Iansã.
O desconhecimento começa com as coisas mais simples como a roupa que veste, as armas e insígnias que segura e os cânticos e danças, isso quando não dizem que Ewá é a mesma coisa que Oxum, Iansã e Yemanjá. Continue reading “Ewá”

TODO O HOMEM É MEU IRMAO

Tu, a quem a vida pouco deu, que deste o nada que foi teu em gesto desmedidos…
Tu, a quem ninguém estendeu a mão e mendigas o pão dos teus sentidos…
Homem só, meu irmão!
Tu, que andas em busca da verdade e só encontras a falsidade em cada sentimento…
Inventa, inventa amigo uma canção, que dure para além deste momento…
Homem só, meu irmão!
Tu, que nesta vida te perdeste e nunca a mitos te vendeste, dura solidão…
Faz dessa solidão o teu chão sagrado, agarra bem teu leme ou teu arado…
Homem só, meu irmão!
(Dr. Luiz Goes)

Neste poema, estão todos e faltam alguns, pela sua diversidade, dos homens que são todos nossos irmãos. Vejamos o significado da palavra fraternidade:
Fraternidade é um termo oriundo do latim frater, que significa “irmão”.
Por esse motivo, fraternidade significa parentesco entre irmãos. A fraternidade universal Continue reading “TODO O HOMEM É MEU IRMAO”

OXALÁ É JESUS… JESUS É OXALÁ

“Oxalá que é nosso Pai Dai a Luz e a sua Potencia Mandai lá das alturas Senhor A vossa Divina Protecção”

Falar do verbo divino e tentar fazer uma dilação sobre este tema, é sinal de uma forte vibração que nos envolve e, com isso ter a noção de que Nosso Pai Oxalá nos auxilia e a sua mão está nos amparando a escrita que flui.
Cristo é nome Titulo dado pelos Cristãos a Jesus da Nazaré e, que significa o “Ungido”.
O Cristianismo o reverencia como Deus feito Homem, Xamãs indígenas, Cabalistas, Judeus e Muçulmanos o consideram um Mestre, na Índia o reverenciam como um “Siddha” (perfeito) ou até um avatar (encarnação divina).
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